Em face das recentes notícias divulgadas, relativas ao exercício ilegal no sector da segurança privada, e da notoriedade assumida por um processo criminal que tem por alvo uma empresa do setor, o Observador e Correio da Manhã, divulgaram, em 7 e 8 de julho de 2015, declarações do Presidente da AES – Associação de Empresas de Segurança, Rogério Alves.

Refere o Presidente, Rogério Alves que “A segurança privada tem vindo a ser notícia por força de uma ação policial de fôlego, amplamente divulgada, da qual nasceram detenções já transformadas, na maioria dos casos, em prisões preventivas”.

Perante esta situação de injustiça praticada contra o setor da segurança privada, por via da permanente associação noticiosa da segurança privada a fenómenos ilícitos ou mesmo de índole criminal, o Presidente da AES reforçou a necessidade de distinguir as empresas incumpridoras das cumpridoras, salientando a relevância do setor, tanto na economia nacional, como no quotidiano dos cidadãos, onde tem cumprido, de forma correta e adequada, o naipe de funções que lhe estão atribuídas.

Disse Rogério Alves

Vemo-la nos espetáculos desportivos e musicais; vemo-la nos portos e nos aeroportos; vemo-la nas portarias de fábricas, empresas, escritórios, universidades e hospitais, como a vemos em edifícios de escritórios e espaços comerciais”, mencionou.

Neste quadro, Rogério Alves referiu, ainda, ser a atividade da segurança privada uma das mais reguladas e fiscalizadas do país, propugnando, desta forma, pela cautela na generalização de associações como à que se alude, a qual denigre e prejudica injustamente o setor.

 

 

 

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